O Brasil tem enfrentado uma onda de calor nos últimos dias.

Nos últimos anos, diversas cidades brasileiras registraram temperaturas superiores a 40°C, especialmente durante os meses de setembro e outubro. Em 2024, Cuiabá (MT) destacou-se ao atingir 44,1°C em 6 de outubro, sendo a maior temperatura entre as capitais naquele ano. Boa Vista (RR) também registrou temperaturas elevadas, alcançando 42,6°C em 4 de fevereiro, 3 de outubro e 30 de outubro de 2024. Goiânia (GO) e Palmas (TO) superaram os 40°C em várias ocasiões, com Palmas atingindo 41,6°C em 16 e 20 de setembro de 2024.

Além dessas capitais, outras cidades também enfrentaram calor extremo. Em 10 de setembro de 2024, Maringá (PR) registrou 40,1°C, evidenciando que temperaturas acima de 40°C não se restringem apenas às regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país.

Em 20 de novembro de 2023, a cidade de Araçuaí, localizada no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, atingiu impressionantes 44,8°C, estabelecendo um novo recorde nacional de temperatura, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Este marco supera todos os registros anteriores e destaca a intensidade das ondas de calor que têm afetado diversas regiões brasileiras. Em 2023, o país enfrentou oito ondas de calor significativas, impactando a vida cotidiana e ressaltando a urgência de medidas para mitigar os efeitos das mudanças climáticas.

Especialistas alertam que eventos climáticos extremos, como as ondas de calor, podem se tornar mais comuns devido às mudanças climáticas globais. A população é aconselhada a adotar medidas de precaução, como hidratação constante, evitar exposição prolongada ao sol e estar atenta às orientações das autoridades locais.

Este recorde histórico serve como um alerta para a necessidade de ações concretas visando a adaptação e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas no Brasil e no mundo.

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