
A proposta sugere uma jornada semanal de até 36 horas, mantendo a carga diária de até oito horas. Esse formato possibilitaria um modelo de quatro dias de trabalho por semana, alinhando-se a um movimento global de revisão das jornadas, que busca melhorar a qualidade de vida e o bem-estar dos trabalhadores.
A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que propõe o fim da jornada 6×1 — que estabelece um dia de folga para cada seis dias trabalhados — foi apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e já reúne significativo apoio na Câmara dos Deputados e gerando discussões nas redes sociais.
Além de Erika Hilton outros deputados outros parlamentares estão de acordo, mas a maioria das assinaturas ainda vem de representantes do PSOL e do PT, como Célia Xakriabá (PSOL-MG), Chico Alencar (PSOL-RJ) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP). Até o momento, a PEC possui 134 assinaturas, mas ainda precisa de mais 37 para avançar formalmente no processo legislativo
Historicamente, as jornadas de trabalho foram reduzidas em muitos países ao longo do século XX, à medida que os direitos trabalhistas evoluíram. No Brasil, a luta por limites nas horas de trabalho começou a ganhar força nos anos 1930, resultando na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em 1943, que fixou as primeiras regras de jornada. Nos últimos anos, no entanto, a flexibilização do trabalho tem sido amplamente discutida, e a proposta de reduzir a escala semanal reflete um movimento em direção a modelos de trabalho mais sustentáveis.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6×1 foi apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e já reúne significativo apoio na Câmara dos Deputados. Contando com a adesão de diversos parlamentares, a maioria das assinaturas vem de representantes do PSOL e do PT, como Célia Xakriabá (PSOL-MG), Chico Alencar (PSOL-RJ) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP). Até o momento, a PEC possui 134 assinaturas, mas ainda precisa de mais 37 para avançar formalmente no processo legislativo




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