Condenado em última instancia na Itália no ano de 2020. Robinho, acusado de estupro, foi sentenciado a 9 anos de prisão. Porém, o ex-atleta, deixou o país voltando para o Brasil. Mas, segue em liberdade por não haver extradição de cidadãos brasileiros para outros países.

Extradição

A Itália havia pedido a extradição de Robinho para cumprir a pena. No entanto, a Constituição veda a extradição de brasileiros natos. Assim, foi solicitada a homologação da pena na Justiça do Brasil para o cumprimento da pena no país sul-americano.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público já defenderam que a pena seja homologada e Robinho a cumpra no Brasil. Segundo a PGR, todos os pressupostos legais e regimentais adotados pelo Brasil para o prosseguimento da transferência de execução penal foram cumpridos.

O caso Robinho

Robinho foi sentenciado, em dezembro de 2020, a cumprir pena de nove anos de prisão no caso que investigava a violência sexual contra uma jovem de origem albanesa, em 2013.

Segundo a CNN, em janeiro do ano passado, o atleta teve a condenação confirmada pela mais alta instância da Justiça italiana. Quase um mês depois, em 16 de fevereiro, foi emitido um mandado de prisão internacional.

A acusação utilizou áudio gravado a partir de uma escuta instalada em um carro, que flagrou uma conversa entre Robinho e seus amigos, o que possibilitou confirmar a versão da vítima sobre o estupro coletivo. O caso teria ocorrido em uma boate na Itália.

Deixe um comentário

Tendência